Quando o assunto é rastreamento de veículos, muitas vezes, surge a pergunta: “É via satélite?”. Esta não é uma resposta assim tão simples.
Quando os sistemas de rastreamento começaram a aparecer no Brasil, nossas tecnologias de informação (e do mundo todo) eram bem diferentes das existentes hoje. Não havia um método barato e eficaz pra ser utilizado como meio de transmissão de dados entre veículo e servidor. Utilizava-se, para tal fim, a comunicação exclusivamente satelital, sendo a única maneira disponível na época.
O sistema satelital para o fim de rastreamento funcionava em duas vias. A captação de informação de localização pelos equipamentos era feita através do sistema GPS (Sistema de Posicionamento Global), através de 24 satélites americanos na órbita da Terra. A segunda etapa consistia na transmissão (comunicação) dos dados obtidos pelo sistema GPS para a central de controle. Esta transmissão era feita por um satélite geoestacionário específico para tal fim que, no entanto, apesar de funcional era bastante cara. Como não havia outra maneira de coletar os dados em tempo real dos veículos rastreados, utilizava-se este tipo de sistema como padrão. Daí a expressão “rastreamento via satélite”.
Há alguns anos, através da expansão da telefonia móvel e do investimento privatizado em sistemas de telecomunicação sem fio, surgiram opções mais acessíveis, rápidas e eficazes de transmissão de informação. Um exemplo desse avanço são as redes GSM, que hoje em dia estão “em todo lugar” com ótima acessibilidade.
Hoje, a captação de informação de localização pelos equipamentos ainda é feita através do sistema GPS, porém a comunicação com as centrais de rastreamento, servidores, etc. é feita através das redes de telefonia móvel, não necessitando de transmissão satelital. Este avanço contribuiu para a popularização do serviço, e hoje o que era exclusivo para utilização em caminhões e cargas, já está massificado em veículos pequenos de usuários particulares e empresas.
Os sistemas em duas vias satelitais ainda existem, sendo que também surgiram suas derivações. Existem equipamentos utilizando dois tipos de comunicação: GSM como padrão e satelital como alternativo. Estes são chamados híbridos.
Não é errado utilizar a denominação “via satélite” para sistemas de rastreamento via GSM. A nomenclatura é perfeitamente cabível para quaisquer destas tecnologias, pois todas elas necessitam de informação de satélite para prover a localização. A diferença está na transmissão, podendo ser satelital, através das redes de telefonia móvel ou um misto delas.
Quando os sistemas de rastreamento começaram a aparecer no Brasil, nossas tecnologias de informação (e do mundo todo) eram bem diferentes das existentes hoje. Não havia um método barato e eficaz pra ser utilizado como meio de transmissão de dados entre veículo e servidor. Utilizava-se, para tal fim, a comunicação exclusivamente satelital, sendo a única maneira disponível na época.
O sistema satelital para o fim de rastreamento funcionava em duas vias. A captação de informação de localização pelos equipamentos era feita através do sistema GPS (Sistema de Posicionamento Global), através de 24 satélites americanos na órbita da Terra. A segunda etapa consistia na transmissão (comunicação) dos dados obtidos pelo sistema GPS para a central de controle. Esta transmissão era feita por um satélite geoestacionário específico para tal fim que, no entanto, apesar de funcional era bastante cara. Como não havia outra maneira de coletar os dados em tempo real dos veículos rastreados, utilizava-se este tipo de sistema como padrão. Daí a expressão “rastreamento via satélite”.
Há alguns anos, através da expansão da telefonia móvel e do investimento privatizado em sistemas de telecomunicação sem fio, surgiram opções mais acessíveis, rápidas e eficazes de transmissão de informação. Um exemplo desse avanço são as redes GSM, que hoje em dia estão “em todo lugar” com ótima acessibilidade.
Hoje, a captação de informação de localização pelos equipamentos ainda é feita através do sistema GPS, porém a comunicação com as centrais de rastreamento, servidores, etc. é feita através das redes de telefonia móvel, não necessitando de transmissão satelital. Este avanço contribuiu para a popularização do serviço, e hoje o que era exclusivo para utilização em caminhões e cargas, já está massificado em veículos pequenos de usuários particulares e empresas.
Os sistemas em duas vias satelitais ainda existem, sendo que também surgiram suas derivações. Existem equipamentos utilizando dois tipos de comunicação: GSM como padrão e satelital como alternativo. Estes são chamados híbridos.
Não é errado utilizar a denominação “via satélite” para sistemas de rastreamento via GSM. A nomenclatura é perfeitamente cabível para quaisquer destas tecnologias, pois todas elas necessitam de informação de satélite para prover a localização. A diferença está na transmissão, podendo ser satelital, através das redes de telefonia móvel ou um misto delas.
2 comentários:
Muito lindo o texto.
Gostei da apresentação. Seria interessante, mesmo que não seja muito, digamos, comercial, uma estimativa de custos.
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